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CAPES

Volume 20, Número 4, Out/Dez - 2016



DOI: 10.5935/1414-8145.20160084

PESQUISA

Acupuntura para intervenção de diagnósticos de enfermagem: avaliação de experts e especialistas de enfermagem

Raphael Dias de Mello Pereira 1
Neide Aparecida Titonelli Alvim 1


1 Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro (RJ), Brasil

Recebido em 10/03/2016
Aprovado em 13/06/2016

Autor correspondente:
Raphael Dias de Mello Pereira
E-mail: rdias_46@hotmail.com

RESUMO

OBJETIVO: Apresentar consenso de expertises em diagnósticos de enfermagem e especialistas em acupuntura acerca da aplicação da técnica na intervenção de diagnósticos de enfermagem.
MÉTODOS: Estudo qualiquantitativo, descritivo-exploratório, desenvolvido com metodologia Delphi eletrônica. A amostra foi constituída de trinta enfermeiros expertises e especialistas da área, de diferentes instituições de saúde e educação em diversas regiões do país.
RESULTADOS: O consenso foi alcançado na primeira rodada, com alto nível de concordância em ambos os grupos totalizando percentil superior a 79%.
CONCLUSÃO: O consenso formulado permitiu concluir que os diagnósticos de enfermagem podem sofrer intervenções por meio da acupuntura, podendo tanto ser aplicada por enfermeiros especialistas quanto indicada por outros não especialistas, mas que reconheçam na acupuntura uma possibilidade interventiva.


Palavras-chave: Diagnóstico de enfermagem; Acupuntura; Enfermagem

INTRODUÇÃO

As práticas de saúde da atualidade, bem como os paradigmas das ciências que as sustentam, estão passando por uma importante crise em sua história. Em contraste com expressivo desenvolvimento científico e tecnológico da contemporaneidade, essas práticas vêm encontrando limitações para responder efetivamente às complexas necessidades de saúde de indivíduos e populações, cabendo-lhes um encontro com outras racionalidades que possam de alguma forma complementar e integrar ações para as quais suas respostas e propostas terapêuticas já não apresentem resultados1.

A acupuntura (AP) no cuidado de enfermagem é objeto de interesse e discussão entre expertises e especialistas já algumas décadas. Trata-se de uma técnica advinda da medicina tradicional chinesa (MTC) que utiliza a inserção de agulhas sobre áreas específicas do corpo, denominadas de acupuntos, ou pontos de AP, embora possa ser empregada a utilização de outras tecnologias como o laser de baixa intensidade (laser-acupuntura)2,3. Tem ampla aceitação no Ocidente e no Oriente com reconhecimento científico para o tratamento complementar de diversas situações de saúde-doença4,5.

A AP ampliou-se no Ocidente com o fomento da Organização Mundial da Saúde (OMS) para sua utilização, como sistema integrativo e complementar aos modelos de saúde vigentes5,6. Diversos estudos e pesquisas, de variados níveis de evidência, têm sido realizados na perspectiva da demonstração da eficácia da prática, e legitimação de uso por categorias profissionais de saúde5.

No Brasil, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), é desenvolvida em caráter multidisciplinar, reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PNPICS), aprovada pela portaria ministerial nº 971/2006 do Ministério da Saúde (MS)6.

Na enfermagem, seu emprego como especialidade é legitimado pela resolução nº 326/2008 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), embora a garantia como tal tenha sido firmada desde o ano de 1997, por meio da resolução COFEN 197/97, revogada pela resolução COFEN 0500/20157,8.

Ao longo da última década, a AP vem se consolidando no SUS, cujo intuito não é a substituição do modelo vigente ou a criação de um novo sistema de tratamento e cuidado, mas sim a complementação do modelo dominante, em busca de ações integradas na perspectiva corpo-mente-espírito, sustentando-se no cuidado integral de caráter biopsicossocial2.

A AP, bem como a enfermagem, baseia-se na proposta de integralização do cuidado à saúde, não tendo como foco a doença, mas sim as respostas humanas produzidas na relação do ser com o meio. Essas respostas são avaliadas por meio da identificação de sinais e sintomas para que, então, se estabeleça um diagnóstico sindrômico, por padrões associativos, que no caso da AP são especificados na literatura como diagnósticos energéticos, e, na enfermagem, como diagnósticos de enfermagem (DE)2,3.

Apesar de não ser um conhecimento próprio ou uma técnica própria de enfermagem, partimos do pressuposto de que a acupuntura pode ser integrada ao conjunto de suas intervenções, intervindo sobre os DE, isto é, sobre as respostas humanas afetadas, em que os enfermeiros são responsáveis por identificar e assistir.

Acredita-se que independente da linguagem taxionômica adotada para definição dos DE, a AP possa prestar-se como uma tecnologia de intervenção aplicada junto aos cuidados de enfermagem, podendo ser indicada por enfermeiros não acupunturistas no âmbito de suas competências, mas, somente praticada por enfermeiros especialistas nessa área.

Diante da produção científica incipiente em torno da temática e dada a necessidade emergente de discussão e de definições para o campo da prática, objetivou-se estabelecer consenso entre expertises em diagnósticos de enfermagem e especialistas em acupuntura acerca da aplicação da técnica para intervenção de DE.

MÉTODOS

Estudo quantiqualitativo, descritivo-exploratório, desenvolvido por meio do método Delphi na modalidade eletrônica.

Amostra não probabilística, composta por 30 enfermeiros, selecionados por julgamento curricular para confirmação de expertise nas áreas temáticas do estudo, na base de dados da Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Adotou-se como critérios de inclusão possuir formação stricto-sensu em enfermagem (mestrado ou doutorado), formação lato sensu em acupuntura (condição exclusiva para área de acupuntura e facultativo aos da área de diagnósticos de enfermagem), possuir vinculação acadêmica em instituições de educação superior e/ou institutos de pesquisa, possuir produção acadêmico-científica na área de sistematização da assistência de enfermagem/diagnóstico de enfermagem/acupuntura e/ou atuar profissionalmente na área da acupuntura há mais de dois anos. A fim de conferir maior diversidade cultural na obtenção de possível consenso, os participantes foram selecionados em diferentes cidades e regiões do país.

Não foram considerados expertises para fins deste estudo, aqueles que não possuíam produção científica na área ou e/ou relevante experiência profissional, sendo este o critério base para exclusão.

Após julgamento curricular e seleção, todos os selecionados foram contatados por correio eletrônico recebendo informações sobre a pesquisa e respectivo convite para participação. Não houve recusa e a assinatura do Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE) foi realizada por meio eletrônico na plataforma da pesquisa.

A amostra foi dividida homogeneamente em dois grupos: Grupo A composto por 15 (n = 15) expertises em diagnósticos de enfermagem; Grupo B composto por 15 (n = 15) especialistas em acupuntura.

Uma plataforma online de pesquisa foi desenvolvida por meio de uma empresa de tecnologia da informação para execução do estudo. Nessa plataforma, cada participante acessava sua área através de login e senha, visualizando as proposições a serem respondidas. Ao final de cada rodada, as respostas do grupo eram sintetizadas em um e encaminhadas a todos os participantes, conservando o anonimato total das respostas produzidas por eles.

O login utilizado por cada participante os identificava pelas iniciais do grupo de pertença (AP - Grupo B - Acupuntura; DE - Grupo A - Diagnóstico de enfermagem) seguida da cidade/estado do participante e seu número de participação no grupo, sendo de conhecimento exclusivo de cada participante e dos pesquisadores, e aqui utilizado para apresentação das justificativas de consenso.

O anonimato, a representação estatística da distribuição dos resultados e o feedback de respostas do grupo foram garantidos como premissas básicas para todos os participantes do estudo. Foi definido um número máximo de três rodadas e a participação mínima de 20 participantes, tendo em vista uma possível redução de até 30% da amostra (perda de segmento) como previsto em estudos realizados sobre o método9,10.

O percentil estabelecido como limite para concretização do consenso foi 75% ou superior (≤ 75%). A fim de conferir maior consistência, além da análise descritiva do percentil alcançado, adotou-se o estabelecimento do primeiro e terceiro quartil e a mensuração da amplitude interquartílica, bem como a categorização das justificativas apresentadas e validadas pelos expertises. Análise dos dados foi realizada com auxílio do software Action Stat.

O estudo obedeceu às exigências éticas do Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, que trata das pesquisas envolvendo seres humanos, tendo obtido aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem Anna Nery/Hospital Escola São Francisco de Assis, protocolo nº 087/2011.

RESULTADOS

Foi lançada a proposição teórica: "Diagnósticos de enfermagem podem sofrer intervenções através da acupuntura?".

Do total da amostra, seis participantes, embora não tenham se recusado a participar do estudo, não acessaram a plataforma para emissão do parecer e participação no consenso. A redução amostral ocorreu dentro do limite esperado para perda de segmento e totalizou 20%. O consenso foi realizado com a participação de 24 expertises, sendo dez do grupo A e 14 do grupo B.

Para produção do consenso, foi empregada uma escala de nível de concordância, seguindo o modelo likert padrão, considerando os níveis: concordo totalmente, concordo parcialmente, discordo totalmente, discordo parcialmente e indiferente, a fim de possibilitar análise descritiva de percentil de concordância.

O consenso foi obtido com uma só rodada. Entre os expertises participantes 19 concordaram totalmente com a proposição. Um nível de concordância alto em ambos os grupos foi verificado, sendo 80% (n = 8) no grupo A e 78,6%(n = 11) no grupo B. Análise conjunta (grupo A+B) totalizou o percentil 79,2% de concordância total, que sem diferença interquartílica conferiu consistência aos resultados (tabela 1).

Tabela 1. Análise conjunta de consenso
Proposição teórica validada por consenso Número de rodadas necessárias para validação por consenso % Média Md Q1 Q3 Dif
Diagnósticos de enfermagem podem sofrer intervenções através da acupuntura 1 79,2 4,8 5 5 5 0

%: Percentil de obtenção do consenso; Md: Mediana; Q1; Primeiro quartil; Q3: Terceiro Quartil; Dif: Diferença interquartílica.

Tabela 1. Análise conjunta de consenso

Pareceres e justificativas sustentaram a obtenção do consenso. Para os expertises em concordância total com a proposição teórica, os DE são à base estruturante para as intervenções de enfermagem, que em seu leque terapêutico pode lançar mão da AP como tecnologia para o cuidado, uma vez que o processo diagnóstico proposto para ambas (enfermagem e acupuntura) abrange o ser humano como um todo, tendo base às respostas humanas e não a doença em si.

[...] Embora a Enfermagem e a Medicina Chinesa, onde se insere a acupuntura como uma de suas práticas, sejam distintas em abordagem teórico-filosóficas e, portanto, distintas nas diversas etapas do cuidar, do diagnóstico ao tratamento, seria possível estabelecer elos entre estas duas áreas do conhecimento. Os diagnósticos de enfermagem abordam o ser humano de maneira integral, considerando-o como uma entidade física, mental, psicológica, espiritual e em profunda conexão com o meio que o cerca e o diagnóstico e tratamento de acupuntura, de uma maneira bastante distinta e peculiar, realiza o mesmo [...] (Especialista em acupuntura - ACSP05);

[...] Considerando que a forma diagnóstica e de tratamento na Acupuntura está baseada na lógica da percepção do homem em sua totalidade, sua relação com o meio natural e a influência que este exerce sobre sua saúde, pode-se afirmar que praticamente todos os diagnósticos de enfermagem podem ser alvo de uma intervenção com uso da acupuntura [...] (Expertise em Diagnóstico de enfermagem - DEPB06);

[...] Inclusive estão listados na NIC, mas não se deve procurar a mesma nomenclatura da MTC na NANDA, por exemplo, o indivíduo que procura o enfermeiro acupunturista por dores no joelho pode ter dor aguda ou crônica e mobilidade física prejudicada, processos familiares disfuncionais... Na verdade, ao realizar o procedimento (NIC) acupuntura tratamos do indivíduo como o todo e vemos tais diagnósticos somente não relatamos [...] (Expertise em Diagnóstico de enfermagem - DERJ15).

Na perspectiva desses estudiosos, os DE podem ser identificados tanto pelos enfermeiros acupunturistas no exercício da especialidade, quanto por enfermeiros não acupunturistas, mas que identifiquem na AP potencialidades para intervenção sobre os DE identificados. No entanto, ainda que se reconheça a possibilidade desse tipo de intervenção, não há como afirmar que todos os DE possam sofrê-la, bem como delimitar uma única classe ou domínio, tendo em vista que os estudos nesta área ainda são incipientes.

Os participantes sinalizaram como DE passíveis de intervenção por acupuntura: dor aguda, dor crônica, mobilidade física prejudicada, nutrição alterada, náuseas, diarreia, constipação, ansiedade, insônia, fadiga, eliminação urinária alterada, integridade cutânea prejudicada, intolerância a atividade, sofrimento espiritual, campo energético perturbado disfunção sexual, amamentação ineficaz. Embora não tenha sido apontada, preliminarmente, uma linguagem taxionômica, os DE referidos encontram relações com a classificação da Taxonomia II da North American Nursing Diagnosis Association International (NANDA-I), alguns inclusive já apontados na literatura como passíveis de intervenção, principalmente, os relacionados com o campo da promoção da saúde2.

[...] Os diagnósticos de dor, a acupuntura pode ser uma intervenção escolhida para o tratamento. A princípio, não tenho certeza se para todos os diagnósticos de enfermagem a acupuntura é uma intervenção. E não acredito também que a acupuntura seja intervenção somente para um grupo específico de diagnósticos, biológicos, psíquicos ou sociais [...] (Expertise em Diagnóstico de enfermagem - DERJ02);

[...] Os Diagnósticos de enfermagem da NANDA como: - Ansiedade; - Constipação; - Distúrbio no padrão do sono; - Diarreia; - Disfunção sexual; - Dor; - Eliminação urinária alterada; - Fadiga; - Integridade da pele prejudicada; - Mobilidade física prejudicada; - Náusea; - Nutrição alterada: ingesta maior do que as necessidades corporais; - Proteção alterada [...] (Especialista em acupuntura - ACMG03).

Em uma análise sutil dos DE apontados, considerando sua definição, características definidoras e fatores relacionados, foi possível identificar que para todos existem diagnósticos energéticos ou padrões de desarmonia compatíveis com o apresentado, segundo a classificação da Taxonomia II NANDA-I, bem como acupontos específicos capazes de promover resposta terapêutica aos diagnósticos analisados.

Não houve discordância total sobre a proposição teórica e os demais participantes, 20,8%,(n = 5), apresentaram nível de concordância parcial, justificando que a intervenção pela AP dependerá do processo de análise e avaliação que o enfermeiro empregará junto ao seu cliente, tendo em vista que antes de aplicar essa tecnologia será necessário estabelecer os diagnósticos energéticos próprios da MTC e somente a partir daí intervir sobre os DE que serão em algumas situações, complementares, e, em outras, quase indiferentes para a terapêutica.

[...] o Diagnóstico pela MTC pode oferecer subsídios para o diagnóstico de enfermagem, mas não o próprio diagnóstico de enfermagem [...] (Especialista em acupuntura - ACGO06);

[...] a acupuntura como uma intervenção de Enfermagem deve ocorrer dentro do Processo de Enfermagem, após a identificação do diagnóstico de Enfermagem que justifique a intervenção[...] (Expertise em Diagnóstico de enfermagem - DEMS11);

[...] É possível estabelecer relações entre os diagnósticos, mas a base teórica que permeia os diagnósticos na MTC/acupuntura não tem nenhuma relação com a construção do conhecimento que foi feito em relação aos diagnósticos de enfermagem [...] (Especialista em acupuntura - ACBA11).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os resultados apresentados à luz da análise consensual de expertises e especialistas, participantes do estudo, confirmaram a proposição de que os DE podem sofrer intervenções por meio da AP, sobretudo aqueles relacionados aos domínios da promoção da saúde, nutrição, eliminação/troca, atividade e repouso, enfrentamento e tolerância ao estresse.

Nesse sentido, inferimos que apesar da enfermagem e a MTC/AP apresentarem uma condução própria para seus diagnósticos em acordo com as concepções teórico-filosóficas que as orientam, ambas, expressam um conjunto de sinais e sintomas, compreendido como padrões desarmônicos, foco do tratamento/terapêutica a ser empregada. Sendo assim, embora possuam linguagens diagnósticas distintas o cerne da atenção do profissional não está na doença, mas sim nas respostas humanas aos problemas de saúde ou processos vitais produtores de desarmonias que podem estar causando ou vir a resultar em doenças.

Frente ao desenvolvimento da ciência da enfermagem e suas contribuições à saúde, incluindo à incorporação de tecnologias no cuidado de enfermagem é relevante que novos estudos sejam realizados, a fim de analisar as potencialidades do emprego da AP como tecnologia de intervenção não farmacológica sobre os DE, de forma segura e eficaz.

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